domingo, 27 de Março de 2011

Memória imunitária e imunidade artificial

O primeiro contacto do organismo com um antigénio origina uma – Resposta Imunitária Primária – durante a qual os linfócitos B e T são activados e se diferenciam em células efectoras e de memória.  
Eliminado o antigénio, as células efectoras desaparecem, mas as células de memória permanecem no organismo e num segundo contacto com o mesmo antigénio desencadeiam uma - Resposta imunitária Secundária – mais rápida, mais intensa e duração mais longa. Esta propriedade designa-se memória imunitária.
A memória imunitária está na base da imunização artificial através da vacinação. Uma vacina é uma solução preparada com antigénios tornados inofensivos, como, por exemplo, microrganismos mortos ou atenuados ou toxinas inactivas. A vacinação desencadeia no organismo uma resposta imunitária primária e formam-se células de memória. Assim, aquando um novo contacto com esse antigénio as células de memória dão origem a uma resposta imunitária secundária.
Tipos de imunidade:
Imunidade activa
(o sistema imunitário do individuo responde ao antigénio e produz anticorpos e células de memoria)
Natural – o indivíduo é, naturalmente, exposto ao antigénio (ex. contrai uma doença).
Artificial – o antigénio é, deliberadamente, introduzido no organismo através de vacinação.
Imunidade passiva
(o sistema imunitário do individuo não responde ao antigénio. São transferidos anticorpos produzidos por outra pessoa)
Natural – a criança recebe anticorpos que são transferidos da mãe através da placenta ou do leite.
Artificial – o indivíduo recebe um soro que contém anticorpos produzidos por outra pessoa ou por um animal.
                                                                                                                  

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